domingo, 13 de setembro de 2009

Gorila Albino Esporte

Duas notícias esportivas nesse domingão cedo (11 da manhã não cedo?):]

Primeiro, liguei a TV Cultura e vi passar o jogo Inter de Milão e Parma. Fiquei feliz. Em primeiro lugar porque é transmitir o campeonato italiano é uma reação da Cultura, uma coisa interessante na programação. E no intervalo ainda houve chamadas de programas das Discovery que serão exibidos no canal. Coisa interessante na TV aberta! Bola Dentro.

Mas voltando ao campeonato italiano, imediatamente voltei uns 10... tá bom, 15.... tá bom, 20 anos no tempo (velho). Lembrei de quando eu era pequeno, ainda morava em SP, e filava o almoço de domingo da casa da vó (família italiana...). Enquanto a nona fazia o molho do macarrão eu sentava com meu avô pra comer bolachinha e ver jogo do campeonato italiano na Bandeirantes. O narrador era o Sílvio Luiz, o comentarista era o Silvio Lancelloti e o repórter de campo era o Datena (sim, o Datena!). Na maioria do tempo, enquanto o jogo comia solto, o Sílvio Luiz ficava trocando receita com o Lancelloti, que também era cozinheiro. Quando saía gol, eles interrompiam a receita do molho pomodoro e o Sílvio Luiz perguntava: Dantena, o que é que sóóóóó você viu. E o Datena dava a descrição do gol que eles não tinham visto porque estavam jogando conversa fora. ahahaha.

Por um segundo senti até o cheirinho do molho do macarrão da minha nona (que ainda "apreceio" quando vou pra SP). Uma delícia!

A outra notícia esportiva, não muito boa, foi a vitória do Rubinho Barrichello. Sim, não muito boa porque, como já disse, estou torcendo CONTRA o xarope do Rubinho desde o começo do ano. Engraçado que dessa vez que a equipe montou uma puta estratégia boa e o fez ganhar a corrida nos boxes ele não veio com aquele papinho de "meu time me prejudica" ou "ninguém gosta de mim". Aliás, nem se retratou do ninguém-me-ama da corrida passada quando ele largou atrasado, parecendo aqueles caras que ficam trocando o CD e não percebem quando abre o semáforo, e ficou justificando que o carro morreu, que não sei o que, que tá quebrado, que tá muito quente, que tá muito frio...

Enfim, só tem uma coisa pior do que aguentar o Rubinho quando perde. Aguentar o Rubinho quando ganha. Daí ele fica achando que é o Pelé.