sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Sonhos

Às vezes tem coisas, idéias fixas, que nos perseguem.

Tenho tido sonhos estranhos. Eu, que não costumo lembrar dos meus sonhos, e nunca tenho pesadelos. Agora, pelo visto, passei a ter.

Pesadelo número 1: um carro velho e dourado-escuro avança lentamente por uma estrada onde está muita gente. Um pouco a frente, no acostamento, há um bebê com a cabeça na estrada. O bebê é, na verdade, uma boneca, negra, mas está vestido com um bebê de verdade. O carro vai avançando lentamente e eu calculo que vai atropelar o bebê. Êu e outras pessoas batemos no capô, pedindo para que o carro pare. Batemos desespetadamente.

Pesadelo número 2: um homem está deitado na areia, numa praia, e outras duas pessoas estão ao seu lado. Uma dessas pessoas empurra o homem deitado pra baixo da areia, e não só ela afunda como abre um enorme buraco que começa a sugar tudo o que está em volta. Inclusive eu, é claro.

Tem outros, mas nem sempre me lembro. Ou me lembro, e depois esqueço. Hoje mesmo tive um pesadelo, mas não consigo me lembrar.

De qualquer forma, estava olhando postagens antigas do outro blog e encontrei uma história, também sobre um sonho, mas melhor. Uma frase que havia sonhado, e que havia permanecido na minha memória depois da amnésia tradicional causada pela escova de dente. A frase era assim:

Se os mercadores fossem curiosos, fariam a rota da Noruega, e não entre São Paulo e Paris, como são todas as rotas de mercadores.

Enfim...