quarta-feira, 25 de junho de 2008

Diário de um acidentado

Enquanto esperava na mesa de cirurgia (a última), olhava para a tela do monitor de batimentos cardíacos. A linha vinha e pulsava, hora uma onda maior, hora menor, mais rápido ou lentamente conforme estava meu coração. Comecei a fazer testes. Tremia o corpo, o coração acelerava, a linha pulava. Depois respirava fundo, me acalmava, e a linha diminuía.

Era tipo um video-game cardíaco. Muito legal.