sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

EXTRA!

Chilenos exigem US$ 250 mil para liberar Pinto ao Santos.

http://www.gazetaesportiva.net/ge_noticias/bin/noticia.php?chid=127&nwid=16748


Se eles querem US$ 250 mil para liberar o Pinto, imagino quanto querem para liberar o c*...

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Vila Sésamo

Mesmo que conheça algumas músicas da Vila Sésamo original por ter herdado um disco antigo de alguém (Pantaleão, começa com P...), quando nasci o programa, que parecia ser muito bom, já não passava mais (sou do tempo da TV a cores). Um dia desses, sapeando na TV (outro post sobre TV, até parece que eu vejo televisão o dia inteiro...) me deparei com um bicho amarelo grandão. Ele mesmo! O Garibaldo!

Mas é um novo Garibaldo. Assim como o Sítio do Pica-Pau Amarelo ganhou uma nova versão a alguns anos (excelente por sinal, enquanto duraram as histórias originais do Monteiro Lobato, embora tenha decaído depois) agora a Tv Cultura está produzindo uma nova versão da Vila Sésamo.

O programa é EXCELENTE! MARAVILHOSO! Como tudo o que a cultura faz pra criança. Faz outros programas, principalmente os Globais Teletubbies ou a Xuxa parecerem feitos para imbecis, e não para crianças. E na verdade, são mesmo...

Mas o melhor de tudo é o Elmo (foto). Eu já tinha visto um boneco a venda ($$$) mas só depois o vi em ação. O Elmo é a cereja do bolo. Pra você ter uma idéia, passei bons minutos tentando descobrir com ele como se usa um chapéu (se é na cabeça, no joelho, no pé...). No site da Tv Cultura tem os dias em que o programa passa, mas eu não vou contar aqui pra você encontrá-lo sem querer, como eu. Se, de passagem, encontrar um passarão amarelo, vale a pena parar pra ver.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Antiguices

Acabo de remontar um computador antigo (remontar mais ou menos, só liguei no monitor, no teclado e na tomada) afim de procurar alguns arquivos do tempo da faculdade (o velho) que estava precisando. É fio daqui, fio de lá, mouse que não encaixa (eles sempre mudam as entradas), e fiquei lembrando do tempo em que aquela velharia era nova e funcionava!

Uma vez, meu irmão tomou emprestado um discão bolacha dos Paralamas do Sucesso e trouxe pra casa. Já faz uns 5 anos, mas o bolachão já era obsoleto. Fui olhar o disco e comecei a procurar uma música, a penúltima. Ponho o dito na vitrola (eu ainda tenho 2 vitrolas que funcionam!), pego a agulha e vou passando faixa por faixa. Priemria, segunda, terceira e tá. Acaba o disco e não encontro a música que procurava. Vamos de novo. Essa não, não é essa, não, deve ser a próxima, tá. Acabou o disco de novo e nada da música. Não é possível, o disco veio com defeito.

Uma meia hora depois eu lembrei do "lado B".

O que esse disco tem a ver com o meu computador velho? Bom, depois de não encontrar o arquivo, coloquei o bicho pra desligar. Dez minutos depois olho pra ele e vejo a tela "SEU COMPUTADOR JÁ PODE SER DESLIGADO COM SEGURANÇA". Esqueci que ele é do tempo em que computador não desligava sozinho...

domingo, 24 de fevereiro de 2008

A Casa do Oscar

Por vários motivos comecei a acompanhar a minissérie "Queridos Amigos" nas noites da Globo. Em primeiro lugar, depois das porcarias que a Glória Peres tem colocado no ar (como a "Amazônia" do ano passado que não acabava nunca) é sempre bom acompanhar uma história da Maria Adelaide Amaral. Fora isso tem o Dan Stulbach, vários atores bacanas, e por aí vai. Mas duas coisas me chamaram a atenção logo nos primeiros capítulos. A primeira delas é que se trata de uma minissérie histórica (passada em 89, pouco antes da eleição do Collor), que retrata uma época em que eu já estava vivo e já tinha (alguma) consciência dos fatos. Eu me lembro daquelas eleições, do trenzinho do Lula, do Afif (juntos chegaremos lá), do Magri (cachorro também é gente), da política imexível e, é claro, do impeachment. Ou seja, estou velho.

Mas o que mais marcou foi a casa onde o personagem principal dá a festa onde reúne seus antigos amigos. É uma casa encantadora, simples e magnífica, onde cantam os pontos de apoio. Era a cara do Oscar Niemeyer, e os jardins sinuosos e coloridos, sem dúvida, só podiam ser do Burle Marx.

E não deu outra. Uma amiga minha descobriu o autor da obra de arte: ELE (!!!), Oscar Niemeyer. A casa é de 1944 e foi projetada para Edmundo Cavanelas, em Petrópolis (na minissérie, ela fica na serra da Cantareira, em SP). Os jardins são mesmo do Burle Marx. Conheço rasoavelmente bem a obra do Oscar, e essa casa é pouco falada.

Um presente!